NOMEADO

Mário Costa

Mário Costa, construiu um notável percurso musical ao longo dos anos: são mais de 600 os concertos realizados em algumas das mais prestigiadas salas do mundo enquanto baterista de artistas como António Zambujo, Miguel Araújo e Ana Moura.

O  seu sucesso pessoal está associado a tudo o que o jazz nacional conquistou além-fronteiras e dentro destas, tendo colaborado com vários músicos de diferentes gerações, desde João Mortágua ou Hugo Carvalhais a Carlos Bica ou Mário Laginha, passando também por projectos como MAZAM, Ensamble Super Moderne, Carlos Azevedo Quarteto, Orquestra de Jazz de Matosinhos, entre muitos outros. Internacionalmente, é membro do super-grupo revelação do jazz europeu Emile Parisien, que soma já dois registos discográficos na editora ACT: “Sfumato” (2016) – álbum do ano nos prémios franceses “Victoires du Jazz”;  e “Sfumato Live in Marciac” (2018) que consagra em definitivo o baterista português Mário Costa ao lado das maiores figuras do jazz mundial, como os lendários Michel Portal, Joachim Kühn e Wynton Marsalis.

Entre outros nomes conceituados da cena jazzística internacional, Costa já partilhou o palco com John Taylor, Lionel Loueke, Metropole Orkest, John Beasley, Daniel Humair, Jason Rebelo, Vincent Peirani, Michael Wollny, Theo Ceccaldi, Roberto Negro, Liudas Mockunas, Dominique Pifarély, Bojan Z, Yaron Herman e o saxofonista inglês Andy Sheppard, ingressando o seu novo quarteto.

Em 2018, Costa lançou o projecto Oxy Patina (CleanFeed), acompanhado novamente por duas figuras incontornáveis do jazz europeu: Benoît Delbecq, no piano e Marc Ducret na guitarra: a estreia em nome próprio, que para além de inúmeras criticas internacionais, recebeu o máximo das estrelas pela revista Jazz.pt que lhe atribuiu os títulos de “melhor disco do ano” e “músico de jazz nacional do ano”.

Atualmente encontra-se a promover o seu mais recente quarteto, acompanhado pelo trompetista americano Cuong Cu, e pelos franceses Benoit Delbecq e Bruno Chevillon – intitulado Chromosome, ao qual lhe foi atribuído o titulo de “Grupo do Ano” nos prémios RTP / festa do jazz 2023. No inicio de 2024 recebeu novamente o título de “Músico de Jazz do Ano”, atribuído por um júri composto por 13 personalidades ligadas ao jazz a convite da revista jazz.pt

NOMEAÇÕES

Melhor Álbum Jazz